Salve!
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Só pra constar: melhor capa de blog do Universo.
sábado, 15 de agosto de 2026
O Jogo VS a Marca
Para que serve o jogo Dungeons & Dragons?
O que é uma marca?
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Amizade e RPGs
| Em tempos de cartilhas de segurança, de consentimentos, e mesas comissionadas, achamos pertinente trazer mais este texto de Maliszewski... |
O sistema de jogo AD&D não permite a inserção de material estranho. Isso está claramente declarado nos livros de regras. Trata-se, portanto, de algo simples: ou se joga o jogo AD&D, ou se joga outra coisa, assim como se joga pôquer de acordo com Hoyle, ou xadrez (ocidental) pelas regras de torneio, ou não se joga. Como o jogo é propriedade exclusiva da TSR e de seu criador, o que é oficial e o que não é tem importância para quem joga o jogo. Jogadores sérios aceitarão apenas material oficial, pois jogam o jogo, em vez de apenas “brincar” de jogar, como fazem aqueles que gostam de regras caseiras no pôquer ou que apenas empurram peões no tabuleiro de xadrez. Nenhum poder na Terra pode impedir que jogadores adicionem regras e materiais espúrios aos sistemas de D&D ou AD&D, mas, da mesma forma, não se pode então afirmar que se está jogando qualquer um desses jogos. Tais jogos não são D&D ou AD&D — são outra coisa, classificável apenas sob o rótulo genérico “FRPG” [Fantasy RPG]. Em suma, se você joga ou não qualquer um desses jogos é problema seu, mas, para dizer que joga, é obviamente necessário jogar com as regras oficiais, tal como escritas. Assim, quando você recebe informações nestas páginas que trazem o selo “oficial”, isso significa que podem ser usadas imediatamente no jogo.
Retornando novamente ao aspecto estrutural de ADVANCED DUNGEONS & DRAGONS, o objetivo é criar um “universo” no qual campanhas semelhantes e mundos paralelos possam ser inseridos. Com certa uniformidade de sistemas e “leis”, os jogadores poderão passar de uma campanha para outra e conhecer ao menos os princípios elementares que regem o novo ambiente, pois todos os ambientes terão certas leis em comum (embora não necessariamente as mesmas). Raças e classes de personagens serão praticamente as mesmas. Os atributos dos personagens terão o mesmo significado — ou quase. Feitiços mágicos funcionarão de uma determinada maneira, independentemente do mundo em que o jogador esteja atuando. Itens mágicos certamente variarão, mas seus princípios serão semelhantes. Essa uniformidade ajudará não apenas os jogadores, mas permitirá que os MJs conduzam um diálogo significativo e troquem informações úteis. Isso pode até eventualmente levar a grandes torneios, nos quais pessoas de qualquer parte dos EUA, ou mesmo do mundo, possam competir por reconhecimento.
sábado, 8 de novembro de 2025
Um Hobby, Não um Uniforme
(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em maio de 2025)
Maliszewski pensando alto sobre "vestir o hobby"... |
Leitores regulares deste blog saberão que eu já comentei várias vezes sobre o quanto os produtos relacionados a RPG proliferaram nas décadas desde a minha juventude. Entre em qualquer convenção, visite praticamente qualquer loja local de jogos ou navegue por qualquer loja online, e você certamente encontrará uma variedade impressionante de camisetas, moletons, broches, canecas e outros objetos decorados com dragões, dados poliédricos ou slogans engraçados sobre pontos de vida e jogadas de proteção. Há broches de esmalte em forma de D20, dados de pedras preciosas feitos de gemas reais e até roupas de bebê. Para muitos jogadores, isso é simplesmente uma extensão natural de sua paixão, uma maneira de levar um pedacinho do hobby com eles onde quer que vão.
Para mim, um verdadeiro “careta” assumido, é algo com o qual eu nunca realmente me conectei. Na verdade, me faz um pouco cringe.
Isso provavelmente soa estranho vindo de alguém que escreve um blog dedicado a jogos de RPG. Provavelmente já passei mais tempo pensando e escrevendo sobre esses jogos do que muitos dos meus colegas jogadores — se isso é bom ou ruim ainda está para ser visto — e nunca hesitei em falar sobre meu hobby com outras pessoas. Na verdade, geralmente descobri que, quando explico meu interesse por RPGs a não jogadores, a maioria deles fica curiosa, até entusiasmada. Jogar RPG é, sem dúvida, um hobby incomum, mas graças a décadas de jogos de computador e videogames, romances de fantasia e programas populares de streaming, acho que hoje em dia a maioria das pessoas tem alguma noção do que estou falando, mesmo que nunca tenham rolado um dado em um momento de tensão.
Apesar disso, raramente uso camisetas ou qualquer outro tipo de roupa que anuncie meu envolvimento com o hobby — pelo menos não em público. Eu até possuo algumas dessas peças, claro, mas geralmente as uso como roupas de dormir. Isso não é por vergonha. Se eu tivesse vergonha, provavelmente não teria passado tantos anos documentando publicamente meus pensamentos sobre RPGs obscuros, antigos módulos de AD&D ou os detalhes de Tékumel. Na minha idade, estou bastante confortável com quem sou e com a forma como gosto de passar meu tempo livre. Ainda assim, não me defino pelos meus hobbies, muito menos sinto necessidade de divulgar meus interesses por meio de tecidos.
quarta-feira, 5 de novembro de 2025
A Questão Mais Idiota no Fandom de Dungeons & Dragons
"Qual a melhor versão de Dungeons & Dragons?" Ou melhor: quais os pressupostos dessa pergunta? Travis Miller comenta um pouco... |
- Todas as edições de D&D estão tentando fazer a mesma coisa.
- Todos os jogadores que jogam uma versão de D&D querem a mesma experiência de jogo.
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Um Problema Que Não Pode Ser Resolvido Pelo Design de Jogos
(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em fevereiro de 2019)
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| "Regras de jogo não consertam babacas..." |
Existem vários jogos no mercado com a intenção de design de evitar uma má condução por parte do mestre do jogo.
Esses jogos têm uma regra ou mecanismo que pode ser aplicado a quase qualquer situação.
O sistema pode ser pesado em regras e fornecer uma regra para praticamente todas as situações que se possa imaginar. Pode ser leve em regras, com uma mecânica unificada simples que o mestre do jogo deve aplicar a qualquer situação.
Isso supostamente ajuda o mestre do jogo. O mestre de jogo tem uma regra ou mecanismo para recorrer, assim não precisa inventar uma solução no momento.
Isso supostamente dá aos jogadores controle completo sobre seus personagens. Os jogadores conseguem saber como suas escolhas vão se desenrolar antes de dizerem ao mestre de jogo o que querem fazer.
Essa abordagem supostamente reduz ou elimina a possibilidade de uma má condução do jogo por parte do mestre.
Mas há um monte de suposições embutidas nisso:
- Os jogadores vão dedicar tempo para aprender as regras
- O designer do jogo escreveu as regras de forma não ambígua
- Os jogadores vão interpretar as regras da mesma forma que o mestre de jogo
- O jogo será jogado exatamente como os designers pretendem
- Os designers testaram todos os casos extremos e as mecânicas sempre funcionam
- O cenário do mestre de jogo se encaixará exatamente no jogo como foi projetado
Jogos construídos sobre essas suposições produzem um tipo de jogo que eu não gosto de jogar.
Aparentemente, para os fãs desse tipo de jogo, funciona muito bem. Se for o seu caso, ótimo. Jogue.
Há um problema fundamental que um conjunto abrangente de regras não resolve.
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
Jogando Nosso Próprio Jogo
(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em fevereiro de 2025)
"Este é o Caminho"... |
Eu jogo principalmente Swords & Wizardry. É um retro-clone do Original Dungeons & Dragons.
Eu considero o Original D&D, o Basic D&D e até mesmo o AD&D como coleções de ferramentas, ideias e conceitos que podemos [2] usar para criar nosso próprio jogo.
A instância particular de uma campanha usando o Original Dungeons & Dragons é um jogo próprio. Cada campanha tem suas próprias características, dependendo do mestre de jogo, dos jogadores, das propriedades emergentes [3].
Eu digo: “Eu mestro Swords & Wizardry.”
Mas seria mais correto dizer: “Eu mestro Hogwater [4] com base nas regras do Swords & Wizardry.”
É o nosso jogo
sexta-feira, 27 de junho de 2025
O que é um Grognard?
Nesta postagem de 2008, Maliszewski recupera o significado do termo "grognard" em seu blog Grognardia... |
Este blog leva o nome da palavra francesa grognard, que significa, de forma geral, "resmungão" ou "rabugento". Os grognards originais eram um grupo de soldados veteranos das guerras napoleônicas. Também chamados de "a Velha Guarda", eles haviam lutado sob o comando de Napoleão em muitas de suas campanhas e, embora fossem leais a ele, frequentemente estavam insatisfeitos com a forma como o imperador os utilizava em batalha. Então eles faziam o que qualquer soldado insatisfeito faz nessa situação — reclamavam. Muito.
(Para ser justo, les grognards supostamente reclamavam na presença do próprio Napoleão, e não pelas costas. A maioria das versões sobre a origem da palavra sugere, ou afirma diretamente, que o termo foi cunhado pelo próprio Napoleão e era usado com carinho.)
sábado, 19 de outubro de 2024
Perguntaram (mais uma vez...): "Qual é a Melhor Edição de D&D?!?!?!"
(Tradução, com permissão do autor, da postagem presente em [1], publicada em outubro de 2024)
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| "A GUERRA DAS EDIÇÕÕÕES!!! Hehehehehehehehe..." |
Aquela que você joga com os amigos
Aquela que você conhece por dentro e por fora
Aquela de que você fala sobre
Aquela que você lembra
Aquela que você passa horas pensando sobre
Aquela que acende sua imaginação
Essa edição
∞ Black Dragon Games ∞
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