Salve!
Arte Excelente por The Danger Forge, sua primeira arte colorizada.
Parabéns!
Enjoy!
Salve!
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| Um breve relato superficial sobre minha experiência com esses módulos de campanha centrados em "megadungeons"... Muito poderia ser dito, mas desta vez optei por não entrar nos pormenores... |
Recentemente encerrei duas mesas online de campanhas que estavam acontecendo há algum tempo, mesmo que de maneira arrastada. Sim, encerrei mais uma mesa de The Forbidden Caverns of Archaia e outra de Highfell: The Drifting Dungeon. Neste post pretendo comentar um pouco sobre essas experiências e um pouco sobre esse tipo de campanha em geral.
Provavelmente teremos uma longa postagem {sopra o 'p' que vira 'b'!}...
Megadungeons
Como alguns sabem, conheci o RPG em 1995, através do First Quest, uma espécie de "starter set" que foi trazida para o Brasil, para a 2ª edição de Advanced Dungeons & Dragons. De lá até aqui foram alguns percalços, mas digo que joguei todas as edições a partir da 2ª, em maior ou menor grau, e confesso que sempre senti falta de algo desde que abandonei a 2ª edição, e não era nostalgia... Assunto para outro post.
Então em 2017 conheci o OSR, tardiamente. E logo caí de cabeça, na medida da minha capacidade. Desde 2019 eu comecei a rodar módulos de "megadungeons", pois sua proposta havia me fisgado de vez. Lembro que na época abri umas 4 mesas de Barrowmaze e outras de Archaia. O porquê disso, explico.
Salve!
Na peleja contra homens-sapo na escuridão das matas de Gloomywood... |
Em comemoração a um ano do blog, resolvi fazer um relato de duas sessões que tive com meus filhos presencialmente neste mês de agosto de 2025. Agradeço a todos os leitores e leitoras dessas traduções no blog, faço votos de que sigam em frente com seus jogos! Vou inaugurar uma TAG aqui, "Relato de Sessão", reunindo alguns relatos de jogos, sejam online ou presenciais, sem compromisso, porém, imagino que serão grandes, como esse. Já peço desculpas por isso e vamos lá.
Ao final do relato das sessões fiz alguns comentários por alto sobre o jogo.
Voltando aos meus filhos, fazia tempo que não jogávamos. Jogamos algumas vezes The Black Hack e D&D B/X. Então aproveitando o hiato de jogos online (e os presenciais também!), os convidei para mais uma jogatina. Dessa vez combinamos de iniciar uma mini campanha, e já que nós três não nos encontramos tanto, decidimos que as poucas vezes em que jogarmos, jogaremos esta campanha até esgotá-la (ou nos enjoarmos dela). Um bom camarada, o Megarato, me indicou o Gloomywood [será traduzido!] enquanto algo simples e rápido para jogar: um mini cenário de Gabor Lux, que imediatamente tratei de ler, onde concluí ser algo interessante para rodar com os filhotes. Atualmente minha filha tem 12 anos e meu filho 16.
O Vale de Gloomywood... |
Escolhi D&D B/X para jogar com eles, através do retroclone Old School Essentials. Eles não tiveram problema com nenhuma mecânica que apareceu no jogo, conforme previsto por mim e projetado pelo próprio jogo, testado pelo tempo. Bom, talvez uma ou outra dificuldade nada incontornáveis. Criamos dois personagens para cada um dos meus filhos e eles decidiram jogar apenas com um deles e deixar o outro de reserva, caso morressem. Lembrei os filhotes de alguns conceitos básicos do jogo como alta letalidade, XP por ouro, expliquei um pouco sobre a liberdade de ação, a lógica do sandbox, e também tentei explicar que a agência era deles.
Como MJ, rodei o módulo mudando um pouco as tabelas de encontros, quantias de inimigos e tesouro, executando os procedimentos normalmente como rolagem do clima, encontros aleatórios, tempo de viagem, uso e contabilidade de munições e suprimentos, taxa de movimento baseada em peso dos PJ, etc, e improvisando em cima do material e das ações dos jogadores. Tem um spoiler do módulo nos relatos.
1ª sessão: Deixando o vilarejo de Kars para ganhar o Vale de Gloomywood...
Salve!
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| "Nada pessoal: estou apenas traduzindo..." |
Os textos aqui traduzidos são apenas o que são: traduções. Não são hasteamento de bandeiras ou declarações de guerra. Apenas trazendo alguns textos para quem quiser refletir sobre o que quer que seja em relação ao seu conteúdo.
Portanto, não é tudo o que traduzo aqui que "dou o aval" 100%. Estou apenas traduzindo e graças à nobreza desses autores, eles vêm permitindo as traduções, que, na minha opinião, ajudam.
Inclusive, você pode sugerir textos para tradução: os canais estão todos abertos...
Claro que eu tenho meus gostos e preferências, e isso não quer dizer que as pessoas não possam ter as delas. Cada um jogue o que quiser e como quiser, cada um pense o que quiser: aqui, o que interessa, é o jogo, a prática do jogo. O restante, pode deixar para segundo plano...
Um ponto importante, talvez para alguns não faça sentido, mas para outros, faz sim: apesar das diferenças teóricas sobre os estilos de jogo, na prática mesmo, as barreiras se turvam um bocado e rola de tudo um pouco o que for permitido em cada mesa, como já lembrou o grande Megarato. Essa é a magia da coisa, afinal! Porém, não é mero relativismo: saibamos nomear as coisas...
Quanto à política... Deixe para o campo a que pertence: o da política (ainda falaremos sobre isso adiante...)...
Abraço!
Salve!
Recentemente traduzimos no blog alguns textos tratando do "storygame". Aqui traduzimos como "jogo de história", já reconhecendo não ser um termo ideal. A sugestão do aplicativo de tradução foi "jogo narrativo", mas preferimos evita-lo, uma vez que acreditamos que todos os jogos autênticos de RPG são narrativistas, não importa o gênero e o estilo, nem o conjunto de regras, uma vez que o diálogo, a conversa, a narração e a fala, são partes essenciais do jogo, a principal mídia onde ocorre, mesmo que muitos entendam como "jogos narrativistas" somente esses "jogos de contar histórias".
Também preferimos o termo "história" e não "estória", uma vez que "história", apesar de remeter à disciplina acadêmica historicista (e mesmo essa referência não é de todo equivocada, como tentaremos expor mais tarde...), também é utilizado no meio da educação infantil, por exemplo, nas "contações de histórias".
Os textos tratando sobre o assunto, no momento são:
1. Definindo Jogos de História {Story Games} (2012)
https://dustdigger.blogspot.com/2025/01/definindo-jogos-de-historia-story-games.html
2. Definindo Jogos, Mas de Uma Maneira Útil (2024)
https://dustdigger.blogspot.com/2025/01/definindo-jogos-mas-de-uma-maneira-util.html
3. Jogadores de História {"Storygamers"} (2024)
https://dustdigger.blogspot.com/2025/01/jogadores-de-historia-storygamers.html
Boa leitura! Abraço!
Salve!
Igor Teuri, dono do canal Dados Críticos aborda rapidamente os diversos tipos e estilos de RPG, tratando brevemente da história do hobby. Vídeozinho de 20min, vale a pena.
Recomendo!
Tertoleone produz conteúdo pra RPG há uns 8 anos. O foco das produções são em material pra OSR tentando inserir possibilidades pra além da grande maioria de conteúdo vanilla que se encontra por aí. Ele mistura filosofia, política e esoterismo em conceitos tradicionais de jogos de fantasia. A maioria dos trabalhos está em inglês, mas algumas produções já estão sendo trazidas pro PT-BR. Evitem de comprar pelos links da PITCH BLACK LAIR, e procurem os títulos pelo Drivethru RPG, porque o ITCH come muito dos pagamentos na forma de imposto pros gringos.
Pitch Black Lair
https://pitch-black-lair.itch.io/
Drivethru RPG
https://www.drivethrurpg.com/en/browse?author="Gustavo%20Tertoleone"
Caramelo Jogos
https://www.caramelojogos.com.br/livreto-aracnideo-digital
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| Gustavo Tertoleone |