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terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

Minhas Regras Pessoais como Jogador

(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em agosto de 2019)

Às vezes somos capazes de avançar além do esperado... Talvez isso dependa de alguma intenção neste sentido...?

1) Não acumulo meus "wow-bangs". Se eu morrer com uma ficha cheia de itens mágicos ou feitiços não utilizados, então joguei em vão. Não estou aqui para evoluir um personagem, estou aqui para criar memórias divertidas com pessoas cuja companhia eu aprecio. Batalhas regulares de desgaste são apenas um pouco mais interessantes do que uma prova surpresa de matemática da terceira série.

2) Chegar a algum lugar depende de um gerenciamento básico de tempo. Gastar 45 minutos analisando minuciosamente algo que não vai mudar o rumo do jogo é desperdiçar não apenas o seu tempo, mas o de todos. Sei que há portas sem volta no jogo, mas na maioria das vezes é possível voltar com mais informações se parecer que algo foi perdido, em vez de ficar em TOC com uma pergunta ou resposta que não são imediatamente óbvias. 
 
3) Eu surpreendo o Mestre de Jogo (MJ) – não apenas sigo as regras rigidamente. Procuro os pontos fracos que não foram considerados e destruo os planos mais bem elaborados dos meus adversários como aqueles caras que andam de costas para uma explosão. Não estou preocupado com tensão dramática; meu objetivo é dominar, contornar, confundir e neutralizar. Momentos de puro pânico acontecerão de qualquer forma, mas minha meta é não ter nenhum.
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

SIM para "O Fim do OSR"

(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em agosto de 2019)

"Os ciclos fluem..."

Tenho pensado em voltar a escrever sobre isso há vários meses e, como muitas intenções, essa também foi elusiva.

A postagem de Melan [2] discutindo o fim do OSR, e a resposta de Anthony Huso [material indisponível atualmente], ofereceram uma chance de ter — ainda que por um breve momento compartilhado por poucas pessoas — aquele tipo de conversa encadeada que deu início a toda essa confusão.

Digo "confusão" com sentimentos mistos, que variam entre nostalgia e um alívio de que tenha acabado.

Eu era um espectador nos primeiros anos do OSR, mas foi o OSR que me deu uma razão para ficar de olho. Pela primeira vez desde os primeiros dias rolando dados, de repente havia mais para ler do que eu tinha tempo para consumir — e, estando em trabalhos longos longe de casa, eu tinha muito tempo para consumir. Era uma sensação inebriante.

Como tudo, as sementes de sua destruição foram plantadas em seu período inicial de sucesso.

O OSR confirmou algo que poucos acreditavam — que havia um mercado para material old school. E como havia um mercado! Determinados a apoiar o time da casa, os primeiros dias foram uma avalanche de vendas e apoio, independentemente da qualidade. Não importava se o que era oferecido fosse uma nova aventura fantástica, como Spires of Iron and Crystal da Mythmere, ou uma reescrita completamente redundante da classe de paladino para Labyrinth Lord — recebia aplausos. E vendas. E barulho.

domingo, 25 de agosto de 2024

Sem Interpretação de Papéis?!?

 (Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em julho de 2024)

Um dos grandes nomes na discussão de jogos históricos/modernos, Black Vulmea, contribuiu [2] comentando sobre minha postagem anterior. Quando pessoas que você respeita consideram sua postagem e acham a maior parte dela muito boa - isso é uma incrível sensação. A principal questão que minha postagem deixou para ele foi a mesma que normalmente surge em resposta ao CAG (Classic Adventure Gaming, ou Jogo de Aventura Clássico), que é uma variação de: “Você rejeita o termo ‘interpretação de papéis’? O que exatamente isso significa?”

sábado, 24 de agosto de 2024

O que é Classic Adventure Gaming (CAG, Jogo de Aventura Clássico)?

(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em julho de 2024)

"D&D Old School..."

Classic Adventure Gaming (Jogo Clássico de Aventura) [2] não é um jogo de interpretação de papéis [3]. Não é OSR [Old School Renaissance/Revolution], mesmo que utilize livros de regras que o OSR também reivindica. É o estilo de jogo presumido e apresentado no PHB [Player Hand Book, ou Livro do Jogador] e DMG [Dungeon Master Guide, ou Guia do Mestre de Masmorra] da 1ª edição (D&D 1e), que era comum antes que um estilo de interpretação de papéis se tornasse a norma. Ele rejeita o termo "jogo de interpretação de papéis" ou "RPG" porque hoje esses nomes transmitem expectativas implícitas que contrariam as práticas de um jogo de aventura bem-sucedido.

Começamos com o que o Adventure Gaming não é, para já tirar da cabeça pressuposições inúteis, antes de explicar o que ele de fato é. (Para uma segunda excelente opinião sobre o assunto feita pelo meu colega Zherbus, veja seus pontos em seu blog [4]; para os pontos de JB sobre jogos de aventura com os vários conjuntos de regras 'B' [básicas], veja sua postagem [5] sobre esse tópico.)

Classic Adventure Gaming prioriza o seguinte: