| O system shock em D&D e sua função no equilíbrio entre poder e letalidade... |
sexta-feira, 19 de junho de 2026
System Shock
quinta-feira, 12 de março de 2026
Aventurando-se em Nível Alto
| BlackRazor e mais um pouco sobre "jogo de nível alto"... |
usuário de magia de 12º nível, ladrão de 13º nível, clérigo de 12º nível, guerreiro de 14º nível, guerreiro/usuário de magia de 5º/8º nível (equivalente a 9º nível), clérigo de 9º nível, guerreiro de 9º nível, usuário de magia de 9º nível, ranger de 9º nível
terça-feira, 10 de março de 2026
Como é o Jogo de D&D em Níveis Altos
| BlackRazor comenta sobre a importância da construção de mundo e a interação dos personagens jogadores com ele ao longo do jogo durante a campanha como fundamentais para a estruturação do "jogo de nível alto", coisa que exige MJs e jogadores(as) engajados(as) e comprometidos(as)... |
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Massa Crítica
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Camadas de Jogo
| BlackRazor transmitindo uma pouco de sua percepção sobre a Progressão de Níveis, dando foco à questão dos feitiços acessados pelo grupo dentre alguns outros aspectos... |
sábado, 13 de dezembro de 2025
Códice dos Axiomas Old School
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| BlackRazor apresenta Fundamentos do D&D Old School... |
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Uma série de textos do B/X Blackrazor sobre fundamentos do D&D Old School...
Salve!
Jonathan Becker do blog B/X Blackrazor fez alguns posts no passado e os retomou num post mais recente, formando uma série de textos. Os textos abordam o que ele expõe como os fundamentos do D&D Old School em contraposição ao que a maior parte do que convencionou-se chamar "OSR" assume sobre o jogo de estilo antigo.
Eu acho que os textos contêm pontos interessantes, mas deixo claro que por mim cada um que se aproprie (ou não) deles da maneira que achar melhor, e digo sempre do ponto de vista do seu próprio jogo, porque eu leio esse tipo de texto pensando apenas em melhorar meu jogo e nada mais.
Seguem os textos traduzidos em ordem de publicação pelo autor, que foram as últimas postagens aqui no blog:
1. D&D Fundamental:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/d-fundamental.html
2. Dissipar Mito(s):
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/dissipar-mitos.html
3. O "Drift":
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/o-drift.html
4. Preparação Clássica:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/preparacao-classica.html
5. Sete Elementos:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/sete-elementos.html
6. Pé, Encontre a Bunda:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/pe-conheca-bunda.html
7. Códice dos Axiomas Old School:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/codice-dos-axiomas-old-school.html
Boa Leitura!
∞ ∴ ∞
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Pé, Encontre a Bunda
As GM (or Judge or Referee, perhaps more appropriate for old school style games), you are not an antagonist to the players or characters.
{Como MJ (ou Juiz ou Árbitro, talvez mais apropriado para jogos de estilo old school), você não é um antagonista dos jogadores ou dos personagens.}
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
Sete Elementos
| BlackRazor e seus "Sete Elementos" para o "verdadeiro" jogo de D&D... |
- D&D é um jogo.
- Cooperação é necessária.
- Violência é inerente.
- Magia é limitada.
- Economia está presente.
- Os PJs são heroicos.
- O Universo se importa.
domingo, 7 de dezembro de 2025
Preparação Clássica
| BlackRazor aponta o estilo de jogo presente na primeira edição de Advanced Dungeons & Dragons como a melhor expressão de D&D de acordo com sua visão... |
- Já é tarde demais para fechar a porta do celeiro?
- Eu deveria ao menos me preocupar com o cavalo que fugiu?
sexta-feira, 5 de dezembro de 2025
O "Drift"
Em geral eu concordo que 5E, Critical Roll e todas as outras formas contemporâneas de design e jogo parecem novas. Eu tentei entendê-las e, francamente, não consigo. Eu gostaria que alguém que entende explicasse do que se trata, mas não vi ninguém realmente explicar as alegrias desse estilo de jogo...
...os jogadores modernos se afastaram dos RPGs como jogo e caminharam para o RPG como evento.
O gerenciamento de recursos fazia parte do design original, já que o planejamento logístico foi retirado de outros jogos da época. Isso significa carga e contabilidade [3][4]. O mesmo vale para XP. É uma forma de manter “pontuação”. Esse também é um elemento de jogo que exige contabilidade. Um terceiro elemento de jogo era o conceito de dificuldade selecionada pelo jogador, significando que os jogadores definem níveis de risco ao irem “mais fundo”. Risco maior, mas mais recompensa. Finalmente, como exemplo, monstros errantes eram um elemento de jogo adicionado para criar pressão de tempo e recursos sobre o grupo.Cada pequeno exemplo acima foi ignorado ou deixado de lado ao longo dos anos, por uma variedade de razões. À medida que cada uma dessas peças (e outras, como progressão de classe assimétrica e jogo sandbox) foram removidas, D&D se afastou de ser um jogo e passou a se tornar mais uma experiência.
Mudar de uma Agenda Criativa para outra, ou da falta de uma Agenda Criativa compartilhada para uma específica, durante o jogo, tipicamente através da mudança do Sistema. Em termos observacionais, muitas vezes marcado por decidir abertamente ignorar ou alterar o uso de uma regra específica.
As prioridades estéticas e quaisquer questões de interesse imaginativo no que diz respeito ao role-playing.
Antes de AD&D2, os textos disponíveis eram reflexivos, não prescritivos, do jogo real. Seu conteúdo era filtrado pelas prioridades dos autores, que eram muito diversas.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Dissipar Mito{s}
| BlackRazor dando sequência em seus comentários analisando os "princípios 'OSR' popularizados", no caso, através do que seria uma "má apropriação" do Quick Primer de Matt Finch... |
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
D&D Fundamental
Oh, rapaz. Por onde começar?
Recentemente, há muitos posts de “autoavaliação” pipocando pela blogosfera: pessoas celebrando seus 5, 10 ou 20 anos blogando (e onde estiveram e como as coisas mudaram) e frequentemente incluindo avaliações da “OSR”, especificamente onde o “movimento” está, como evoluiu e reflexões/opiniões sobre seu desenvolvimento.
Eu não escrevo muito sobre a OSR… desde 2013 tenho menos de uma dúzia de posts com esse rótulo (e antes disso, a maioria dos meus posts sobre OSR eram resenhas de “coisas” produzidas por pessoas que se identificavam como parte da comunidade OSR), então tem sido interessante observar sobre o que o pessoal está falando. Especialmente porque tem havido mais do que um pouco de discussão sobre como a OSR se fragmentou em vários grupos ou “facções”.
Para mim, vejo isso menos como algum tipo de cisma e mais como uma simples Balcanização padrão… nós (isto é, a “comunidade de jogadores de D&D”) nunca realmente fomos uma “unidade” de qualquer tipo. A única coisa que realmente compartilhávamos era um pedaço particular da geografia do mundo dos jogos de mesa… o pedaço mais interessado em Dungeons & Dragons e em seu pseudo-gênero específico de jogos de fantasia e aventura. Mas sempre tivemos políticas diferentes, estéticas de design diferentes, estilos de jogo diferentes e objetivos de jogo diferentes. Sempre tivemos diferentes níveis de conforto tanto em relação à complexidade do jogo quanto ao conteúdo abordado (e esses níveis de conforto, individualmente, flutuam com o tempo!) e alguns são simplesmente incompatíveis entre si. Antes de existir o The Black Hack RPG, já havia pessoas cortando grandes partes das regras do seu jogo, e esse estilo de jogo sempre foi antitético e insatisfatório para alguns outros. A mesma linha de “sempre” pode ser traçada entre aqueles de inclinação mais artística e os designers mais convencionais.
Estamos apenas (re)afirmando nossa independência como indivíduos. Ninguém gosta de ser rotulado.
Recentemente, deadtreenoshelter cunhou o termo “fundamentalistas do D&D” para o grupo oposto aos chamados “art-punks” [2], um termo que acho excepcionalmente engraçado, especialmente porque fui colocado nesse grupo. Com relação à religião, fundamentalismo é a adesão estrita à interpretação literal das escrituras… um conceito que certamente pode ser aplicado a qualquer defensor do D&D “By The Book” ou “Rules As Written” [BTB, RAW; seguir o jogo com diz o livro; usar regras como estão escritas]. Mas eu geralmente sou alguém que questiona regras… ou, ao menos, experimenta com elas… a fim de obter percepção e compreensão do jogo. Se tenho tendências fundamentalistas (com certeza não sou um fundamentalista), é apenas porque já percorri o caminho do herege… e o achei carente de uma forma ou de outra.
sábado, 15 de novembro de 2025
Por que os “Jogos Leves” São Ruins
Jogos de RPG com regras leves representam necessariamente máxima eficácia? Jonathan Becker expõe sua visão sobre os famosos jogo 'rules lite'... |
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Círculo Completo
(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em junho de 2022)
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| BlackRazor num verdadeiro resumo biográfico relacionado ao hobby... The Man's Life... Voltando a um ponto de origem... Círculo Completo... |
Ontem, Maceo (outro assassino élfico) conseguiu se reunir novamente à nossa campanha para uma sessão de quatro horas (mais uma mochila para encher de saque!)... Surpreendentemente, conseguimos inseri-lo de forma bastante plausível simplesmente dizendo que ele havia seguido o rastro de corpos e destruição pelo castelo (dissemos que seu personagem havia dormido até o meio-dia e só chegado ao local por volta das 2 da tarde), até o campanário/sala do tesouro. Mais surpreendentemente ainda, o grupo decidiu continuar suas explorações, derrotando, ao fim, três harpias (sangue élfico), um bando de falcões sanguinários, um ninho com cerca de 37 ratos gigantes, um ilusionista de 5º nível (Color Spray!), e uma maldita banshee. O relógio acaba de marcar 17h, restam quatro horas de luz do dia, e o grupo continua subindo para os telhados das torres em busca da Condessa, imaginando que uma vampira deve estar dormindo de cabeça para baixo em algum lugar, como um morcego gigante.
*suspiro* É isso que acontece quando as crianças já não podem assistir a filmes de vampiro. Pelo menos tanto Mace quanto Diego subiram de nível (4º e 5º, respectivamente). Todos ainda estão vivos, mas o ranger foi levado à insanidade completa depois de folhear um Libram of Ineffable Evil. Fazer o quê.
Algumas pessoas (mais recentemente Stacktrace) mencionaram o assunto da minha transição de um dos “principais defensores” do sistema B/X de D&D para alguém agora imerso até o pescoço em AD&D. Já que tenho umas quatro horas livres, resolvi aproveitar o tempo para registrar minha história pessoal (o melhor que puder) para os leitores interessados na “Evolução de JB.” Não sei se isso será tempo suficiente, mas vamos lá:
Por volta de 1981 (8 anos, 2ª série): enquanto estava em uma loja Fred Meyer, vi o jogo de tabuleiro Dungeon! em exposição e supliquei à minha mãe que o comprasse, citando o fato de que era indicado para crianças de 8 anos ou mais, e eu já tinha idade suficiente. Surpreendentemente, ela comprou (algo que até hoje me surpreende: minha mãe nunca foi de ceder a um filho implorando por algo). Fiquei um pouco decepcionado com o conteúdo... Eu pretendia comprar Dungeons & Dragons, já tendo ouvido falar desse jogo no pátio da escola (e, àquela altura, já conhecia termos como “classe”, “guerreiro”, “usuário de magia”, “assassino”, “mísseis mágicos”, “Demogorgon” e “Blackrazor”). Ainda assim, o jogo serviu como introdução aos conceitos mais básicos de D&D (masmorras, monstros, tesouros, portas secretas, feitiços que se esgotam, limo verde, etc.). Ele vinha com um par de dados D6 verdes de plástico com números gravados (em vez de pontos)... os primeiros que eu vi na vida. Ainda possuo esse jogo hoje... meus filhos o jogaram bastante
Por volta de 1982 (8 ou 9 anos, 3ª série): descubro o conjunto Basic D&D editado por Moldvay na seção de brinquedos da J.C. Penney e (novamente) convenço minha mãe a comprá-lo, talvez explicando que esse era o jogo que eu procurava originalmente. Mais uma vez (surpreendentemente) isso funciona, embora talvez tenha sido em novembro e a ideia fosse que seria um presente de aniversário para mim. Já detalhei meu encantamento e a descoberta das maravilhas desse conjunto em outras postagens do blog. Li tudo de cabo a rabo, tive dificuldades com o módulo e, em vez disso, criei minha própria “masmorra” (um mapa de castelo, sem dúvida baseado em B2: Keep on the Borderlands, que os jogadores deviam sitiar).
Logo Depois: meus pais sediaram um caucus em casa para os Democratas locais. Eu estava no meu quarto, conduzindo minha aventura para meu irmão mais novo. Uma das democratas trouxe a filha, Jocelyn (um ano mais velha que eu), e minha mãe perguntou se ela podia jogar conosco. Dei a ela um halfling para jogar. Quando chegou a hora de ela ir embora, meu irmão já tinha morrido duas ou três vezes, e Jocelyn havia se infiltrado no castelo, evitado todos os guardas e estava a caminho do tesouro/sala de armas. Essa foi minha introdução a uma garota que se tornaria minha melhor amiga e, mais tarde, co-mestra de jogo.
domingo, 10 de agosto de 2025
D&D B/X – Uma Falha de Design
Jonathan Becker, com sua grande experiência em D&D B/X comenta sobre o que para ele é uma "falha de design" presente no jogo... |
Depois de arrumar tudo, discutimos o jogo da próxima semana: uma nova campanha, começando com todos os personagens novos de 1º nível. Se começaremos com B2: Keep on the Borderlands ou algo novo (como minha ideia de Guerras dos Goblins), ainda está para ser decidido… Pretendo pensar sobre isso nos próximos dias e provavelmente dar aos jogadores uma escolha/votação.
No entanto, depois de jogar B/X Dungeons & Dragons exclusivamente nos últimos três meses, descobri algo que (pelo menos para mim) parece ser uma falha séria de design do sistema.
É difícil admitir isso depois de ter elogiado as virtudes dessa edição por tanto tempo. Pessoalmente, prefiro jogar os jogos “como estão escritos” em vez de criar um monte de “regras da casa”. Mas, neste caso, talvez eu precise abrir uma exceção.
Porque eu gosto de “jogos de campanha de longo prazo”. E o problema que tenho está diretamente relacionado a campanhas de longo prazo.
O sistema de progressão do B/X não é bom.






