| Lost Caverns of Tsojcanth, 1976... |
| D1, D2, D3 & S1, 1978... |
| G1, G2 & G3, "A série dos Gigantes", 1978... |
| B1 In Search of the Unknown, 1978... |
| Lost Caverns of Tsojcanth, 1976... |
| D1, D2, D3 & S1, 1978... |
| G1, G2 & G3, "A série dos Gigantes", 1978... |
| B1 In Search of the Unknown, 1978... |
| "Não crucificareis os vossos PJs numa cruz de ouro." |
| Ainda sobre a série "O Jogo Longo", onde Maliszewski trouxe algumas "máximas" para auxiliar na execução desse tipo de empreitada, aqui ele comenta sobre algumas exceções às "máximas"... |
Tenho curiosidade de ler sobre alguns dos casos em que você violou seus princípios e como isso acabou funcionando.
| Algumas sugestões de jogos que Maliszewski considera adequados para campanhas de longo prazo e sandbox... |
| Maliszewski continua sua abordagem sobre campanhas de longo prazo, agora com alguns elementos mais concretos... Segunda parte de três... |
| Maliszewsli fala um pouco sobre alguns elementos para manter suas campanhas de longo prazo, enquanto árbitro de jogo... Primeira parte de três... |
| Ghri Ziffe esboça alguns elementos para exploração de masmorras subaquáticas... |
| BlackRazor e mais um pouco sobre "jogo de nível alto"... |
usuário de magia de 12º nível, ladrão de 13º nível, clérigo de 12º nível, guerreiro de 14º nível, guerreiro/usuário de magia de 5º/8º nível (equivalente a 9º nível), clérigo de 9º nível, guerreiro de 9º nível, usuário de magia de 9º nível, ranger de 9º nível
| Ghri Ziffe menciona alguns elementos para ajudar a compor Aventuras passadas da África Mítica... |
D&D tende a tocar apenas na Europa. Que tédio! Dragões, Orcs, Goblins… o dia todo? De jeito nenhum! Hora de misturar as coisas. No meu mega-dungeon, existe um portal, no covil de alguns Gigantes poderosos, que leva à distante África (embora eu deva admitir que, inicialmente, era apenas para o Egito — mas agora coloquei minha terra das pirâmides mais perto dos jogadores). Pigmeus! Cidades antigas! Vodu! Dinossauros! Piratas! E sim… pirâmides!
| Ghri Ziffe viajando pelo Mundo das Ideias... E por aqui vou sempre buscanso trazer as Ideias Abstratas para o mundo concreto, rs... |
| Rob Conley e sua visão positiva sobre o "objetivo" da OSR... |
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| BlackRazor apresenta Fundamentos do D&D Old School... |
Salve!
Jonathan Becker do blog B/X Blackrazor fez alguns posts no passado e os retomou num post mais recente, formando uma série de textos. Os textos abordam o que ele expõe como os fundamentos do D&D Old School em contraposição ao que a maior parte do que convencionou-se chamar "OSR" assume sobre o jogo de estilo antigo.
Eu acho que os textos contêm pontos interessantes, mas deixo claro que por mim cada um que se aproprie (ou não) deles da maneira que achar melhor, e digo sempre do ponto de vista do seu próprio jogo, porque eu leio esse tipo de texto pensando apenas em melhorar meu jogo e nada mais.
Seguem os textos traduzidos em ordem de publicação pelo autor, que foram as últimas postagens aqui no blog:
1. D&D Fundamental:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/d-fundamental.html
2. Dissipar Mito(s):
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/dissipar-mitos.html
3. O "Drift":
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/o-drift.html
4. Preparação Clássica:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/preparacao-classica.html
5. Sete Elementos:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/sete-elementos.html
6. Pé, Encontre a Bunda:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/pe-conheca-bunda.html
7. Códice dos Axiomas Old School:
https://dustdigger.blogspot.com/2025/12/codice-dos-axiomas-old-school.html
Boa Leitura!
∞ ∴ ∞
As GM (or Judge or Referee, perhaps more appropriate for old school style games), you are not an antagonist to the players or characters.
{Como MJ (ou Juiz ou Árbitro, talvez mais apropriado para jogos de estilo old school), você não é um antagonista dos jogadores ou dos personagens.}

(Tradução, com permissão do autor, do post presente em [1], publicado em novembro de 2025)
Algo como uma “reunião de reflexão”, ou seja, a conversa depois da sessão, é necessária no AD&D 1ª edição porque isso faz parte do próprio sistema.
Existe um trabalho de verificar juntos o alinhamento do personagem a cada sessão.
Hoje “Alignment” é entendido como atributo ou alinhamento, mas no AD&D 1ª edição é bem mais no sentido de “a que facção ou força você pertence”.
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| PHB pg.119 |
Por isso, dependendo da direção do cenário, vocês verificam se o personagem continuará pertencendo àquela força ou se afastará dela.
Vocês confirmam isso abertamente, e com base nesse resultado o Mestre de Jogo prepara o próximo cenário (algo como: “se ele sair, conduzirei assim”, ou colocar ganchos, prenúncios, tendências — o MJ precisa preparar várias coisas).
Na 5ª edição isso é tratado de forma tão leve que quase não faria falta, mas na época do AD&D 1ª edição isso vinha derivado de simulação.
Por isso, era uma diferença tão grande quanto estar no Exército Japonês, no Britânico, no Americano ou até no Italiano na Segunda Guerra — por causa do cenário histórico, onde barreiras de classe social, fé e raça eram algo totalmente natural.
E também, por que esse tipo de conversa é necessária no AD&D 1ª edição?
É para não haver pressuposições.
Quando se sobe de nível, o MJ avalia o personagem, e conforme essa avaliação mudam coisas como o custo de treinamento para o level-up.
Mas, se o MJ decidir isso só por conta própria, ele não tem como captar a intenção do jogador — por que o personagem agiu daquele jeito?
Por isso é que a “conversa” é necessária.
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| DMG, pg.86 |
∞ Mizuka Ohsaki ∞
∴
Jogos de RPG com regras leves representam necessariamente máxima eficácia? Jonathan Becker expõe sua visão sobre os famosos jogo 'rules lite'... |
(Tradução, com permissão do autor, do texto presente em [1], publicado em maio de 2025)
Maliszewski pensando alto sobre "vestir o hobby"... |
Leitores regulares deste blog saberão que eu já comentei várias vezes sobre o quanto os produtos relacionados a RPG proliferaram nas décadas desde a minha juventude. Entre em qualquer convenção, visite praticamente qualquer loja local de jogos ou navegue por qualquer loja online, e você certamente encontrará uma variedade impressionante de camisetas, moletons, broches, canecas e outros objetos decorados com dragões, dados poliédricos ou slogans engraçados sobre pontos de vida e jogadas de proteção. Há broches de esmalte em forma de D20, dados de pedras preciosas feitos de gemas reais e até roupas de bebê. Para muitos jogadores, isso é simplesmente uma extensão natural de sua paixão, uma maneira de levar um pedacinho do hobby com eles onde quer que vão.
Para mim, um verdadeiro “careta” assumido, é algo com o qual eu nunca realmente me conectei. Na verdade, me faz um pouco cringe.
Isso provavelmente soa estranho vindo de alguém que escreve um blog dedicado a jogos de RPG. Provavelmente já passei mais tempo pensando e escrevendo sobre esses jogos do que muitos dos meus colegas jogadores — se isso é bom ou ruim ainda está para ser visto — e nunca hesitei em falar sobre meu hobby com outras pessoas. Na verdade, geralmente descobri que, quando explico meu interesse por RPGs a não jogadores, a maioria deles fica curiosa, até entusiasmada. Jogar RPG é, sem dúvida, um hobby incomum, mas graças a décadas de jogos de computador e videogames, romances de fantasia e programas populares de streaming, acho que hoje em dia a maioria das pessoas tem alguma noção do que estou falando, mesmo que nunca tenham rolado um dado em um momento de tensão.
Apesar disso, raramente uso camisetas ou qualquer outro tipo de roupa que anuncie meu envolvimento com o hobby — pelo menos não em público. Eu até possuo algumas dessas peças, claro, mas geralmente as uso como roupas de dormir. Isso não é por vergonha. Se eu tivesse vergonha, provavelmente não teria passado tantos anos documentando publicamente meus pensamentos sobre RPGs obscuros, antigos módulos de AD&D ou os detalhes de Tékumel. Na minha idade, estou bastante confortável com quem sou e com a forma como gosto de passar meu tempo livre. Ainda assim, não me defino pelos meus hobbies, muito menos sinto necessidade de divulgar meus interesses por meio de tecidos.
Salve!
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| Um breve relato superficial sobre minha experiência com esses módulos de campanha centrados em "megadungeons"... Muito poderia ser dito, mas desta vez optei por não entrar nos pormenores... |
Recentemente encerrei duas mesas online de campanhas que estavam acontecendo há algum tempo, mesmo que de maneira arrastada. Sim, encerrei mais uma mesa de The Forbidden Caverns of Archaia e outra de Highfell: The Drifting Dungeon. Neste post pretendo comentar um pouco sobre essas experiências e um pouco sobre esse tipo de campanha em geral.
Provavelmente teremos uma longa postagem {sopra o 'p' que vira 'b'!}...
Megadungeons
Como alguns sabem, conheci o RPG em 1995, através do First Quest, uma espécie de "starter set" que foi trazida para o Brasil, para a 2ª edição de Advanced Dungeons & Dragons. De lá até aqui foram alguns percalços, mas digo que joguei todas as edições a partir da 2ª, em maior ou menor grau, e confesso que sempre senti falta de algo desde que abandonei a 2ª edição, e não era nostalgia... Assunto para outro post.
Então em 2017 conheci o OSR, tardiamente. E logo caí de cabeça, na medida da minha capacidade. Desde 2019 eu comecei a rodar módulos de "megadungeons", pois sua proposta havia me fisgado de vez. Lembro que na época abri umas 4 mesas de Barrowmaze e outras de Archaia. O porquê disso, explico.